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Quarta-feira, 24 de Janeiro de 2018, 10:49h

Hospital de Picos atende 400 mil pessoas e UTI funciona 100%

Os atendimentos chegam a 400 mil pessoas de mais de 40 cidades da região

Divulgação Uti

A UTI do Hospital Regional Justino Luz, de Picos completa dois meses de pleno funcionamento no dia 20 de janeiro. Atualmente, o hospital atende 400 mil pessoas de mais de 40 cidades da região.

O diretor e médico Raimundo Reis comenta que o objetivo é o atendimento em Medicina Intensiva de excelência, dispondo de uma equipe multidisciplinar, visando resolutividade e humanização no SUS. "Nesses dois meses, nossa taxa de ocupação aumenta a cada dia, tendo muitas vezes os dez leitos ocupados", relata.

São vários perfis de pacientes, sendo os portadores de complicações cardiovasculares decorrentes de hipertensão arterial, diabetes as patologias, os mais frequentes.

"Mudamos a história natural das doenças das pessoas, ofertando tratamento padrão ouro para os pacientes na fase aguda do Infarto Agudo do Miocárdio. Os que atendemos, tiveram sucesso no tratamento e critérios de reperfusão miocárdia, tendo suas artérias que estavam ocluídas, abertas com o uso de Alteplase, trombolítico de segunda geração", detalha.

O hospital, por ser referência da rede cegonha, recebe centenas de gestantes todo mês e quando complicações como eclâmpsia acontecem, a UTI está qualificada para bem conduzir esses casos. 

"Nossa região tem um dos maiores índices de acidentes com motocicletas do Piauí, principalmente em jovens, levando a termos politraumatizados graves frequentemente internados, além de pacientes que fizeram grandes cirurgias abdominais de alto risco de complicações", conta.

O presidente da Fundação Hospitalar do Piauí, deputado estadual Pablo Santos (PMDB), que é responsável por esse e outros hospitais regionais, comenta que estão sendo feitos investimentos em equipamentos novos e infra-estrutura para garantir o pleno funcionamento dos estabelecimentos.

Para Raimundo Reis, o mais gratificante é dar suporte e condições de trabalho para os médicos salvarem vidas, evitando transferências, que agravam o quadro dos pacientes, tratando as pessoas prontamente, perto de suas famílias.

Fonte: Ascom FEPISERH


Fonte: Ascom FEPISERH